A força do amor de mãe


Tenho recebido carinhos lindos de muitas pessoas e resolvi compartilhar alguns com vocês, esse recebi da dinda do blog Flávia Rott, é um texto que fala um pouquinho do amor que cada uma de nós tem com seus filhos, esse amor que conheci através dela, um amor que nos faz ultrapassar barreiras da força, da fé, do amor, esse amor lindo que nos faz mudar completamente quem somos e como vivemos até chegar no limite como desse caso abaixo, espero que gostem.

Relatado por Dr Elisabeth Kubler-Ros.
No hospital onde trabalhava, encontrou uma senhora portadora de uma doença terrível e que já havia internada dez vezes. Cada vez passava um período no centro de terapia intensiva e todos, médicos e enfermeiras, apostavam que ele iria morrer. Contudo, após as crises, melhorava e voltava para casa. O pessoal do hospital não entendia como aquela mulher continuava resistindo e não morria. Então, certo dia, a senhora Schwartz explicou que o seu marido era esquizofrênico e agredia o filho mais moço,
então com dezessete anos, cada vez que tinha um dos seus ataques. Ela temia pela vida do filho, caso ela morresse antes que o menino alcançasse a maioridade. Se morresse, o marido seria o único tutor legal do filho. Ela ficava imaginando o que aconteceria com o rapaz nas mãos de um pai com tal problema. “É por isso que ainda não posso morrer”, concluiu.
O que mantinha aquela mulher viva, o que lhe dava forças para lutar contra a morte, toda vez que ela se apresentava, era exatamente o amor ao filho. Como deixá-lo nessas circunstâncias? Por isso, ela lutava e lutava sempre. A doutora, observando emocionada o sofrimento físico e moral daquela mulher, resolveu ajudá-la, providenciando um advogado para que aquela mãe, tão preocupada, transferisse a custódia do menino para um parente mais confiável. Aliviada, a paciente deixou o hospital infinitamente agradecida por poder viver em paz o tempo que ainda lhe restava. Agora, afirmou, quando a morte chegar, estarei tranqüila e poderei partir. Ela ainda viveu pouco mais de um ano, depois abandonou o corpo físico, em paz, quando o momento chegou.


Lendo essa história pensei em todas as heroínas anônimas que se transformam em mães em nome do amor, passou em minha cabeça tantos momentos de abdicação que vi nossa mãe fazer em nome do amor a nós. Você minha irmã é uma dessas mães, você é movida pelo amor a nossa Helena, e por isso te admiro muito, pela força e pelo amor que te movem nesta campanha tão linda, você sabe que estamos juntos nessa, por Ela, não vamos desistir.
 beijos da tia Flá.


2 comentários:

  1. Lindo o relato, de fato ser mãe é abdicar do nosso corpo e de muitos dos nossos desejos em prol dos filhos.
    AMOR SEM TAMANHO...
    Beijos

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    Respostas
    1. Muito lindo mesmo, para mim foi um dos tantos exemplos do amor de mãe, esse amor que me fez seguir em frente mesmo quando queria desistir.
      Obrigada pela sua visita novamente Caroline, um beijo grande e um ótimo ano

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